Artistas
Descubra mais sobre os artistas residentes na Floresta Cultural:


Elliot Sheedy
Elliot Sheedy é músico, produtor musical, realizador e ator. É natural de Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos da América.
Licenciou-se em Artes Visuais e Performativas pela Universidade de Pittsburgh e concluiu um Mestrado em Belas-Artes (MFA) em Arte dos Media e Cinema no Emerson College, em Boston.
Através do seu trabalho multidisciplinar, Elliot Sheedy cria não só os elementos visuais, mas também as componentes musicais das suas obras dramáticas, que conjugam cinema, narrativa criativa e composição musical.
Elliot concebe universos singulares que transportam o público para outras dimensões da consciência.


Filipa Gomes
Filipa Gomes concluiu o Mestrado em Ensino de Música, na área de especialização de violino, pela Universidade de Aveiro, em 2021. Desde 2017, desenvolve atividade profissional em diversas formações orquestrais, entre as quais a Orquestra Clássica de Espinho, a Orquestra Filarmónica de Braga, a Orquestra da Costa Atlântica e a Sinfonietta de Ponta Delgada, tendo atuado sob a direção de vários maestros.
Ao longo do seu percurso, criou e cocriou diversos projetos artísticos e de intervenção social, partilhados com pessoas idosas, pessoas em situação de sem-abrigo e crianças.
A colaboração atual com Luís Senra deu origem à performance Reflexos de Origem — um encontro entre poesia e música improvisadas — e a oficinas que promovem a escuta como ferramenta de autoconhecimento. É professora de violino na Escola de Música de Rabo de Peixe e na Academia Quadrivium, em Santa Clara.
Na área da educação artística, criou As Aventuras da Bzz (2025), uma obra de música-teatro destinada à primeira infância. Frequentou ainda o programa imersivo de formação artística para a infância i.lab 2025, promovido pela Companhia de Música Teatral, com a participação de formadores como Helena Rodrigues, Paulo Maria Rodrigues, Jorge Parente, entre outros.


Luís Senra
Luís Senra é músico e artista, natural de Rabo de Peixe, que desenvolve um corpo de trabalho que explora os lugares por onde passamos e que habitamos como elementos de autorreferência, expansão da consciência, transformação pessoal e sentido de pertença.
Através de experiências e performances, o seu trabalho convida à observação, à exploração, ao reconhecimento, à reflexão e à atribuição de significado, valorizando estes processos como formas de aprofundar a relação com o mundo e consigo próprio.
Ao longo do seu percurso, desenvolveu performances, oficinas, experiências e residências artísticas integradas em programas de festivais de arte e espaços culturais em várias ilhas dos Açores, em Portugal continental e em Espanha.
Em 2020, foi distinguido com o prémio Jovens Criadores Walk&Talk, um programa de reconhecimento e apoio a criadores açorianos emergentes.


Mariana Pacheco de Medeiros
Mariana Pacheco de Medeiros estudou Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema.
Enquanto criadora, os seus trabalhos mais recentes incluem Itinerarium, uma instalação apresentada em maio de 2021 na Vaga; A vaca que se perdeu do resto da manada, um projeto de videoarte desenvolvido no âmbito do Laboratório de Imagem e Movimento e apresentado em outubro de 2021 no Festival FUSO INSULAR; um baile num buraco negro, uma instalação integrada na exposição Quatro Quatro, patente no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022; e LOBA, uma performance apresentada no Arquipélago em janeiro de 2023 e no Festival Temps d’Images, em Lisboa, em outubro do mesmo ano.
Na sua prática artística, interessa-se pela ficcionalização da própria biografia e pelo cruzamento de diferentes disciplinas artísticas, com especial enfoque na escrita, no vídeo e na performance.


Pedro PMDS
PMDS é um projeto de música eletrónica ambient/techno formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano, ambos movidos por uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e engenhocas conhecidas apenas por outros entusiastas da mesma espécie.
Após a edição do álbum de estreia, PMDS – PMDS (Thisco, 2011), o duo lançou o segundo LP, Caloura (Variz, 2021), amplamente aclamado pela crítica e que os levou a apresentar concertos por todo o país e além-fronteiras. Em 2024, editaram Música Para Miradouros (Marca Pistola, 2024), um disco que resulta de várias gravações ao vivo.
Nos seus concertos, fazem questão de transportar parte do seu arsenal de instrumentos para construir uma viagem sonora ao subconsciente, às memórias difusas e ao pensamento abstrato. Tocando e manipulando os instrumentos em tempo real, sem rede de segurança, permitem que aconteça algo cada vez mais raro nos palcos: o erro humano.


Sofia Caetano
Sofia Caetano é licenciada em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Concluiu um Mestrado em Belas-Artes (MFA) em Media Art no Emerson College, em Boston, EUA, onde mais tarde exerceu funções de docência. O seu trabalho centra-se na escrita e realização cinematográfica, bem como na investigação e experimentação das relações entre o cinema, a instalação e os dispositivos expositivos e cénicos que daí resultam.
Na sua prática artística explora o humor, a interação com o público e as diversas formas de toxicidade que caracterizam o mundo contemporâneo. O seu trabalho foi apresentado em festivais e em exposições coletivas e individuais, incluindo o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado (Prémio Sonae Media Art), o FUSO – Festival Anual de Videoarte Internacional de Lisboa e o Ann Arbor Film Festival.






