

Guiados pela visão de cada artista, os participantes da Floresta Cultural são convidados a percorrer trilhos que atravessam a floresta vulcânica, numa experiência que promove a interação e a imersão na arte, na ciência e na natureza.
Os artistas residentes que habitam as terras vulcânicas da Floresta Cultural criam e apresentam ao público experiências nas áreas da música, do cinema e das artes performativas.
Assista a um filme no Cine-Mistérios, o microcinema da floresta; interaja com uma projeção vídeo em Quimera; ou deixe-se hipnotizar pela cor, pela luz e pelo som através da experiência multimédia As Memórias de Laura Silva.
Missão
A Floresta Cultural é um espaço dedicado à experimentação artística em contexto natural, onde a tecnologia é utilizada como ferramenta de criação e investigação. Concebida como um lugar para a produção e apresentação de experiências site-specific, dedica-se à pesquisa de modos sustentáveis de exposição para artistas profissionais sediados nos Açores.
Aqui, a floresta torna-se simultaneamente estúdio e palco, acolhendo projetos materiais e imateriais. Promovem-se a investigação, o pensamento crítico e a partilha de conhecimento, com enfoque em temas e desafios contemporâneos, como a relação entre o ser humano, a natureza e a tecnologia, procurando contribuir para a reflexão sobre o futuro das próximas gerações.
Localização histórica
O espaço expositivo da Floresta Cultural é constituído por uma rede de trilhos pedestres implantados sobre uma escoada lávica resultante de uma erupção ocorrida há cerca de 700 a 1.000 anos, localizada nas Calhetas, concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
Nesta paisagem, núcleos florestais misturam-se com extensos campos de rocha vulcânica, dando origem a uma floresta de carácter vulcânico. Ao longo dos trilhos, os visitantes encontram vestígios de antigas vinhas que se estendem por uma área de aproximadamente 15 hectares.






